sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Eu Também Vou Reclamar


Eu Também Vou Reclamar
Raul Seixas
  
Mas é que se agora
Pra fazer sucesso
Pra vender disco
De protesto
Todo mundo tem
Que reclamar

Eu vou tirar
Meu pé da estrada
E vou entrar também
Nessa jogada
E vamos ver agora
Quem é que vai guentar

Porque eu fui o primeiro
E já passou tanto janeiro
Mas se todos gostam
Eu vou voltar... (Raulzito)

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O povo bota, o povo tira, Rubens Japonês é o novo prefeito de Alto Parnaíba.

O povo bota, o povo tira. Rubens Japonês é o novo prefeito de Alto Parnaíba!


O paranaense Rubens Sussumu Ogasawara (O Japonês), 53 anos, foi eleito como prefeito de Alto Parnaíba, confirmando a aspiração de liberdade e desenvolvimento do nosso município.

A vitória do Japonês veio materializar o desejo de um novo modelo de gestão, onde o povo seja núcleo central de uma sociedade, desta forma priorizando uma política social em seu modelo de gestão inovador.

O sucesso do candidato “Forasteiro”, que a mais de 14 anos vem plantando, colhendo e gerando emprego e renda em nosso município fez com que o nosso povo apostasse neste empreendedor para conduzir a Prefeitura Municipal.

Embora ocorreu fortes evidências de uma desenfreada compra de votos e utilização da máquina pública por parte do atual gestor, Rubens e seu vice Conrado Junior obtiveram 49.87% dos votos válidos contra 44.54% de seu opositor.

Durante toda a campanha, Rubens manteve-se firme e confiante, mesmo com os ataques do rival conservador que o acusava de “forasteiro” e que a prefeitura seria entregue a outras pessoas. Rubens rebateu as acusações afirmando que jamais irá comprometer seu CPF, pois seus negócios particulares vão muito além de administração municipal, como também não precisa de prefeitura para ser alguém na vida. “Sou agricultor, empresário e empreendedor, o meu objetivo é devolver a prefeitura ao povo, não podemos aceitar um governo que olhe apenas para um grupo e exclui o restante, é preciso que os menos favorecidos também façam parte da gestão municipal, vou governar para toda coletividade.” Disse Rubens repetida vezes.

Enquanto em frente ao comitê central uma multidão já comemorava a vitória, Rubens preferiu aguardar o resultado oficial na casa de um amigo para agradecer a vitória e reafirmar seu compromisso.


Vereadores eleitos:

Humberto de Cula -  SD- 319 votos
Pedro de Ranieri -  PV - 313 votos
Gilmar da Padaria – PSDB - 226 votos
Horleide Lacerda – PV 221 votos
De Assis – PSDC - 212 votos
Guigo  - PSB - 203 votos
Felipe Amorim – PSDC - 201 votos
Maria dos Anjos – PSB - 191 votos
Wladimir Rocha – PDT - 168 votos

domingo, 11 de setembro de 2016

Um novo horizonte surge em Alto Parnaíba MA

Um novo horizonte surge em Alto Parnaíba MA


Sem ódio e sem rancor e com uma capacidade rara de gerir, Rubens Sussumu (Rubens Japonês) tem tudo para ser um bom prefeito e resgatar a tranquilidade sem exclusões e perseguições politicas maquiavélicas que impera hoje em nossa cidade.  

A coligação “Liberdade e Desenvolvimento” veio para trazer o direito de agir e decidir segundo seu livre arbítrio, de acordo com sua própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, assim,  livre e não dependendo de ninguém como os nossos irmãos carentes que se sujeitam a trabalhos insalubres por uma diária de R$ 35,00, sem nenhum direito e coagidos pelo poder municipal.

No que diz respeito ao desenvolvimento, é necessário termos um prefeito arrojado que conduza a cidade rumo ao crescimento que gere oportunidades de emprego e renda, pois assim todos prosperaram.

Esta campanha está mostrando ao atual gestor municipal que essa pequena "caravana" beneficiada com recursos públicos não é suficiente para reconduzi-lo ao cargo de Prefeito Municipal, pois os menos favorecidos encontram-se diante de uma tremenda falta de politica social que supra suas necessidades básicas, onde no campo da saúde chega a faltar até mesmo à alimentação aos doentes internados no hospital, falta medicamentos na farmácia básica, falta exames laboratoriais, enfim, falta compromisso com a coisa pública, e, por cima é obrigado a ouvir repentinamente a mentira de que a atual gestão reabriu o hospital municipal, pelo contrário, ela ajudou foi fechar o particular que atendia pelo SUS, e com isso, desencadeou uma série de mortes materna/infantil, colocando nosso município em situação lastimável junto à OMS – Organização Mundial da Saúde.

Agora é tarde para reverter o triste quadro em que a cidade se encontra, obras inacabadas, ruas esburacadas, estradas vicinais abandonadas, etc. Mesmo assim o prefeito usa de todos as artimanhas e artifícios para ali permanecer,  esquece ele que nosso povo é sábio e não perdoa, prova disso é que Alto Parnaíba jamais reelegeu um prefeito em toda sua historia.

Faltando agora pouco mais de vinte dias para o dia da eleição o prefeito voltou às ruas para pedir mais uma oportunidade com a promessa que pode fazer uma cidade modelo. Se questionado por quer ainda não fez, o individuo automaticamente sofre pressão e está marcado e incluído em sua listra negra.

O momento é de renovação, precisamos dá um basta em tudo isso e caminhar em direção ao novo horizonte, onde a Liberdade e o Desenvolvimento estejam presentes.


Avante Alto Parnaíba.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

VAQUEIRO, UMA APOSTA SOLIDÁRIA

VAQUEIRO, UMA APOSTA SOLIDÁRIA

Caros amigos, bom dia!. Ontem recebi a incumbência de escrever um texto para ser postado por ocasião da Missa do Vaqueiro. Pedido feito por Carlos Biah. Pedido aceito! 
Seu Raimundo, morador do povoado Macacos

São quase quatro horas da manha, e o dia já tateia a cidade. Nesse momento um vaqueiro se aproxima e inaugura a madrugada numa síntese inesperada de ruptura e integração. O casco de seu cavalo, ainda molhados pelo orvalho, fatiava o cetim adormecido nas ruas esburacadas, parecendo deslizar pela brecha estreita do tempo que antecede essa manhã.
-Bom dia seu moço!
Bom dia. Quem o conduz é o vaqueiro “Raimundo Ribeiro”, que traz consigo seu cão inseparável: Xavante, o vira lata que vive no sertão, confere diariamente seu compromisso com o dono. Uma camaradagem contida e silenciosa que dispensa complementos. Quando o Vaqueiro apeia, revela com esmero suas perneiras, o guarda-peito, o gibão. Seu chapéu adornado com trancelim de bordas de cor que foi lavrada com esmero por hábeis mãos de um mestre. Um maço de cordas de couro adunco dobrada em vários círculos passa-lhe do pescoço sobre o braço esquerdo. É sua faixa de honra. É o famoso laço com que prende a rês rebelde à porteira do curral ou necessitada de algum cuidado no campo. A espingarda, também lhe vinha a tiracolo, e também se via na cintura uma larga faca de cabo de chifre, metida na bainha. A arma de fogo e a lâmina de aço são companheiras inseparáveis do vaqueiro. São seus instrumentos de trabalho, de combate e de vingança. Durante o dia, percorrendo os campos, com a pólvora ele derruba a caça. À noite fere a onça, atocaia o inimigo poderoso. Com o ferro prepara os artefatos próprios de sua profissão, ou deslinda em duelos terríveis as contendas do momento. Estas ainda são algumas da natureza especiais destes homens que habitam os ermos mais longínquos desse nosso sertão. Extremados no ódio, implacáveis no Amor, fieis a gratidão, quase sempre morrem onde nasce e se prendem. Ali aprendem os primeiros aboios, depois engarrançham sonhos. Não recuam diante do perigo, desafiam a vida e a sorte numa rotina malvada da submissão. Ao meio dia, quando finalmente para descansar, tiras os arreios... A barriga ronca, calos latejam. Um punhado de farinha e um gole na cabaça são suficientes... Depois se despe do chapéu que inventa travesseiros... Um breve cochilo e o pensamento voam para a amada. É hora de medir saudades, levantar, juntar a boiada e voltar pra casa.
Quando finalmente partem, o vaqueiro, o cavalo, a boiada, o cão e o sertão, formam um corpo único de uma aposta solidária no dia, na caça, no amor e na vida. Todos juntos irradiam essa cumplicidade que afronta as leis poderosas  da fragmentação contemporânea. Juntos compõe uma cena referencial de forte coesão simbólica em que elementos como tempo, território e pertencimento se entrelaçam  e rodeiam o sentido de uma palavra cada vez mais esquiva, e que nos dias atuais já soa quase como um estorvo: IDENTIDADE.
                                                                            Antonio Lustosa Mascarenhas 03/09/2016


                                              Reconhecimento da profissão


A profissão de vaqueiro foi reconhecida no dia 24 de setembro de 2013 no Congresso Nacional, , por meio de um projeto de lei elaborado pelo ex-deputado Edigar Mão Branca e Edson Duarte. Na ocasião, vaqueiros de todo o País foram ao Congresso para acompanhar a votação.

A lei Nº 12.870, de 15 de outubro de 2013, reconhece a atividade de vaqueiro como profissão sobre as seguintes atribuições: “realizar tratos culturais em forrageiras, pastos e outras plantações para ração animal; alimentar os animais sob seus cuidados; realizar ordenha; cuidar da saúde dos animais sob sua responsabilidade; auxiliar nos cuidados necessários

                                  HISTÓRIA DA MISSA DO VAQUEIRO

A missa do Vaqueiro tem sua origem no assassinato do vaqueiro RAIMUNDO JACÓ, morto traiçoeiramente nas caatingas do Sítio Lages no município de Serrita/PE.

Segundo a história Raimundo Jacó era um excelente vaqueiro. Quando aboiava seu canto atraia o gado para perto de si, assim como os apóstolos corriam ao encontro de Jesus. Era capaz de adivinhar onde dormia e comia cada cabeça de gado sob sua responsabilidade.

Raimundo e Miguel Lopes eram contratados de uma mesma fazenda, sendo Raimundo responsável pela quarda do rebanho do patrão e Miguel pelo rebanho da patroa. Entre eles ja havia uma rixa muito forte, pois Miguel sentia INVEJA das qualidades do seu companheiro.

No dia 08 de julho do ano de 1954, ambos partiram à procura de uma rês de estimado valor e famosa por suas astúcias animais. A rês pertencia a patroa e fora alcançada por Raimundo Jacó. Miguel chegou logo atraz de Jacó e se deparou com ele calmamente fumando o seu cigarro sentado perto do açude do sítio Lajes – Serrita – PE, a Rês amarrada e o seu fiel companheiro cachorro ao seu lado. vendo isso Miguel ficou bastante irritado e com muita inveja, Pegou uma pedra de regular tamanho e bateu fortemente na cabeça de Jacó. Naquele dia o sertão todo estremeceu de tristeza e de dor. Raimundo foi sepultado no local onde fora assassinado. Um fato que não poderia deixar de ser citado é que o seu amigo fiel cachorro acompanhou todo o trajeto do enterro. depois ficou ali até morrer de sede e de fome guardando o túmulo do seu amigo Raimundo Jacó. Quanto a Miguel Lopes Houve processo mas foi arquivado por falta de provas. Miguel dizendo-se inocente e nunca foi esclarecido o acidente.


Hoje, em todo o sertão, cresce o mito em torno do seu nome, consagrado como protótipo do vaqueiro, símbolo de dedicação e coragem.

sábado, 3 de setembro de 2016

Colocar a culpa no pato vocês não querem !!!

NOTA DE ESCLARECIMENTO





Venho através desta postagem, esclarecer boatos que estão circulando a meu respeito em relação ao festejo da Padroeira deste ano.

Estão espalhando por redes sociais e na radio peão, maldosamente, que denunciei o gestor municipal ao Ministério Público, na intensão de proibir a realização de festas durante o festejo, afirmo com veemência que É   M E N T I R A!

Devido ao tamanho da incompetência administrativa ficam procurando culpados para os consecutivos fracassos, principalmente em festas públicas, como é o caso do festejo de setembro.

Lembramos que esta festa é de cunho religioso e a Prefeitura ao longo dos anos foi parceira da Paroquia, realizando o lado social, patrocinando o som da barraca comunitária, realizando festas e serestas, mas, infelizmente nesta gestão isso não está acontecendo.

Era tradição a prefeitura repassar o valor arrecadado com as barracas para a Igreja.  Já no primeiro ano da atual administração foi mudada a regra e no ano seguinte foi prometido pelo chefe do executivo em reunião de preparação do festejo que toda renda iria para a Igreja, mas, de última hora deram um CALOTE e não foi repassado nem um centavo, e, nos anos subsequentes, como, neste de 2016, anistiaram os barraqueiros com intuito de não ajudar a Igreja.

E, quanto às festas, a Lei Eleitoral, proíbe a autopromoção do prefeito que disputa a reeleição, e foi este o real motivo de não quererem contratar bandas por que não poderiam fazer politica com o dinheiro público.

Só falta dizerem que sou Eu, CARLOS BIÁ, o culpado da não contratação dos BANHEIROS QUÍMICOS, para o festejo!

PS. E quanto à autora do post Dona Edna Anjos, peço só que procure um bom advogado, e que, antes de difamar ou caluniar alguém observe o que diz a legislação eleitoral.
  •     Publicação ofensiva: Retirar publicação, multa, além de responsabilidade civil e penal;
  •        Direito de resposta;
  •       Contratação de pessoas para difamar– detenção de 2 a 4 anos e multa de 45 a 50 mil.
                                                   É UMA LASTIMA DIOCLÉCIO!